Passaram três anos desde a partida de Maria João Abreu… mas, para João Soares, o tempo parece não ter avançado — e a homenagem que partilhou nas últimas horas deixou muitos sem palavras.

Na manhã que assinala o terceiro aniversário da sua morte, o músico publicou uma imagem simples, mas carregada de simbolismo: o número 3 e a silhueta da atriz. No entanto, foi a legenda que rapidamente captou a atenção — e despertou uma onda de emoção nas redes. “3 anos. 3 anos passaram. 3 anos sem ti. 3 anos de saudades…”, começou por escrever, numa confissão que muitos descrevem como “profundamente íntima… e quase perturbadora”.
Mas o tom da mensagem não ficou apenas pela nostalgia.
Numa versão mais intensa e quase cinematográfica do momento, João Soares deu a entender que a ausência de Maria João Abreu nunca foi total. Entre palavras cuidadosamente escolhidas, deixou escapar a sensação de que a atriz continua presente de alguma forma invisível — “a guiar cada passo”, como se nunca tivesse realmente partido. Para muitos seguidores, a mensagem ganhou contornos misteriosos, como se existisse uma ligação que nem a morte conseguiu quebrar.

O músico confessou ainda que a perda continua difícil de compreender, descrevendo-se como “perplexo” perante tudo o que aconteceu naquela noite trágica de 2021, quando a atriz faleceu após um aneurisma cerebral. Ainda assim, revelou que encontrou uma forma de continuar — não por respostas, mas por aceitação. “Aceitar… só porque sim”, escreveu, numa frase que ecoou entre os fãs como um grito silencioso de quem aprendeu a viver com o inexplicável.
Nos trechos mais emocionais, João Soares falou sobre manter o amor vivo, transformando a dor em força. Disse tentar, todos os dias, viver como Maria João vivia — amar mais, valorizar mais, sentir mais — como se, através desses gestos, conseguisse manter uma parte dela presente no mundo.
E então veio a parte que mais marcou quem leu.
Dirigindo-se diretamente à atriz, deixou uma mensagem que muitos consideraram arrebatadora: “Sinto-te sempre por perto… nunca estás ausente.” Uma afirmação que, para alguns, soa como pura saudade — mas para outros, levanta uma questão inquietante: será apenas memória… ou algo mais profundo que continua a ligar os dois?
A homenagem terminou com uma das frases mais icónicas de Maria João Abreu — um lembrete que hoje ganha um peso ainda maior: viver o agora, amar intensamente e não adiar o essencial.
Três anos depois, a ausência permanece… mas também permanece algo impossível de explicar completamente.
E talvez seja exatamente isso que torna esta história tão difícil de esquecer.