“A mulher mais forte…”. Filhas de Cinha Jardim declaram-se à mãe em dia de aniversário

Cinha Jardim abriu o coração e revisitou um dos capítulos mais marcantes da sua vida pessoal ao recordar o fim da longa relação com Raúl Leitão, pai das suas filhas, Pimpinha e Isaurinha. A revelação foi feita no programa ‘Bom Dia Alegria’, do V+TVI, numa conversa franca com Merche Romero e Zé Lopes, onde o tema das relações ganhou contornos íntimos e inesperados.

Cinha Jardim nhớ lại thời điểm kết thúc mối quan hệ với cha của các con gái mình: "Chúng tôi trở nên thân thiết như anh chị em ruột..."

Foram 17 anos de vida em comum, que a socialite descreve como profundamente felizes e estruturados numa verdadeira lógica de família. Cinha não hesitou em assumir que Raúl foi “quase o amor da sua vida”, alguém de compreensão extrema, com quem construiu um quotidiano sólido, equilibrado e cheio de afeto. “Adorei a minha vida familiar, adorei tudo”, confessou, sublinhando que sempre foi — e continua a ser — uma mulher de família. No entanto, com o passar do tempo, algo essencial foi mudando de forma silenciosa.

Foi então que surgiu a constatação que acabou por ditar o fim da relação: “Virou-se uma coisa estranha… virámos um bocadinho irmãos.” Sem dramas, sem escândalos e sem ressentimentos, Cinha explicou que quando uma relação chega a esse ponto, a decisão mais justa é permitir que ambos sigam caminhos diferentes. “Quando se vira irmãos, temos de deixar a outra pessoa ser feliz”, afirmou, com uma maturidade emocional rara.

Cinha Jardim nhớ lại thời điểm kết thúc mối quan hệ với cha của các con gái mình: "Chúng tôi trở nên thân thiết như anh chị em ruột..."

Após a separação, mudou-se do Porto para Lisboa e iniciou uma nova fase da vida, focada nas filhas e na sua independência. Longe de se fechar ao amor, voltou a encontrar felicidade mais tarde, vivendo ainda sete anos com outra pessoa, numa relação que também descreve como plena e feliz. Mas hoje, aos olhos de Cinha Jardim, o tempo trouxe clareza e uma nova forma de encarar a vida afetiva.

Atualmente solteira, assume sem hesitar que está bem assim — e não sente qualquer urgência em mudar esse estado. “Neste momento, não quero. Não dou sequer uma pequena abertura”, confessou, acrescentando que a sua faixa etária já não lhe permite — nem lhe desperta — a mesma leveza emocional de outrora. Não procura relações intensas ou dependentes, prefere momentos simples, convívio em grupo, liberdade e tranquilidade.

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Com a frontalidade que a caracteriza, Cinha deixou uma reflexão final que ecoou no estúdio: não importa se uma relação dura sete ou dezassete anos — o essencial é reconhecer quando já não faz sentido e ter coragem para escolher o bem-estar. Hoje, mais do que nunca, a socialite diz-se em paz consigo mesma, consciente do que quer… e, sobretudo, do que já não quer.