Estudante de Bragança morre aos 25 anos

O país académico acordou mergulhado em choque e consternação com a notícia da morte súbita de Ana Maria de Moura Simões, estudante de Enfermagem, que partiu aos 25 anos, deixando uma dor profunda impossível de medir.

Natural de Bucos, freguesia de Cabeceiras de Basto, Ana frequentava a Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança, onde se encontrava na reta final do curso de Enfermagem — uma vocação que abraçou com entrega, empatia e um sentido humano que muitos colegas e professores destacavam com admiração. O sonho de cuidar dos outros estava prestes a concretizar-se… e foi interrompido de forma cruel e inesperada.

Cabeceiras de Basto thương tiếc trước sự ra đi của một sinh viên trẻ do bệnh đột ngột.

A tragédia ocorreu esta terça-feira de Carnaval, 4 de março. Segundo a informação avançada, Ana foi vítima de morte súbita, um ataque fulminante que não deu margem para qualquer intervenção médica eficaz. Em poucos instantes, uma vida jovem, cheia de planos, foi arrancada, deixando familiares, amigos e toda uma comunidade sem palavras.

Filha única, muito ligada à família, Ana era também militante da Juventude Socialista de Cabeceiras de Basto, estrutura que reagiu de imediato, tal como o Partido Socialista local, que expressou publicamente o seu pesar:

“Lamentamos profundamente a perda da jovem Ana Maria de Moura Simões e endereçamos à família enlutada as mais sentidas condolências, neste momento de grande dor.”

Em Cabeceiras de Basto, o luto é coletivo. Quem a conhecia fala de uma jovem doce, responsável, generosa e sempre disponível para ajudar. Em Bragança, entre colegas e docentes, o ambiente é de silêncio pesado — aquele que fica quando alguém parte cedo demais.

As redes sociais encheram-se rapidamente de homenagens, mensagens de incredulidade e palavras de conforto dirigidas sobretudo aos pais, confrontados com uma perda brutal e contra a ordem natural da vida. “Não é justo”, “era uma luz”, “não há palavras” — repetem-se as frases, incapazes de preencher o vazio.

As cerimónias fúnebres ainda não foram anunciadas, mas uma coisa é certa: Ana Maria de Moura Simões deixa uma marca profunda em todos os que com ela se cruzaram. Parte uma futura enfermeira, parte uma filha única, parte uma jovem com o mundo aberto à frente.

Fica a memória.
Fica o amor.
E fica uma pergunta que ninguém consegue responder: porquê tão cedo?