Joana Latino arrasa bombeiro herdeiro de Marco Paulo

O ambiente aqueceu de forma inesperada e transformou-se rapidamente num confronto público sem rodeios. O que começou como um comentário em estúdio acabou por escalar para um verdadeiro braço-de-ferro entre Eduardo Ferreira, o bombeiro apontado como herdeiro de Marco Paulo, e as comentadoras do programa Passadeira Vermelha, da SIC — com Joana Latino a assumir a linha mais dura e impiedosa.

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Tudo teve início quando o luto vivido por Eduardo Ferreira foi analisado no programa. Num tom carregado de ironia, Joana Latino questionou a forma como o bombeiro tem exposto publicamente a sua dor, deixando implícita a ideia de que o sofrimento estaria a ser exagerado ou instrumentalizado. A comentadora foi especialmente mordaz ao referir a baixa médica atribuída a Eduardo, insinuando que, apesar de toda a “evidência científica”, o caso estaria longe de ser tão claro quanto parecia. A frase foi recebida como um ataque direto, não apenas à dor do bombeiro, mas também à legitimidade do seu estado emocional.

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Liliana Campos juntou-se às críticas, adotando um tom diferente, mas igualmente duro. A apresentadora sublinhou que Marco Paulo sempre foi extremamente reservado e cuidadoso com a sua vida privada, defendendo que a exposição detalhada do luto e dos bastidores pessoais iria contra tudo aquilo que o cantor representava em vida. Para Liliana, aquilo que agora surge “escarrapachado” nos media seria algo que Marco Paulo jamais permitiria, por respeito à sua intimidade e à de quem o rodeava.

As palavras não caíram no vazio. Eduardo Ferreira reagiu publicamente, visivelmente indignado, acusando Joana Latino e Liliana Campos de dizerem “asneiras” e classificando os comentários como vergonhosos. Num tom sarcástico, tentou desvalorizar o ataque, associando-o ao espírito carnavalesco, mas deixando claro que se sentiu profundamente ofendido.

A resposta de Joana Latino não tardou e foi ainda mais contundente. Sem suavizar o discurso, a comentadora afirmou que quem escolhe o caminho do mediatismo tem de estar preparado para ser analisado, comentado e criticado em programas como o Passadeira Vermelha. Rejeitou qualquer ideia de leviandade, frisando que o formato é sério e que não se trata de Carnaval nem de brincadeira. A frase mais dura ficou no ar quando Joana declarou que, se há algo carnavalesco na história, não é o programa, mas sim a forma como certas pessoas lidam com a exposição pública da própria vida.

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O episódio gerou reações imediatas nas redes sociais, dividindo opiniões. Uns defenderam Eduardo Ferreira, acusando o programa de falta de empatia num momento de luto. Outros elogiaram a frontalidade das comentadoras, argumentando que a exposição mediática tem consequências inevitáveis e que ninguém está imune ao escrutínio quando decide tornar pública a sua dor.

O que ficou claro é que a polémica ultrapassou o estúdio e abriu um debate mais profundo sobre limites, luto, exposição e responsabilidade mediática. Entre acusações de sensibilidade em falta e críticas ao alegado aproveitamento da dor, a troca de palavras revelou uma fratura evidente — e mostrou que esta história está longe de terminar.

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