A notícia caiu como um choque absoluto no meio artístico e apanhou o país desprevenido. Joaquim Monchique, ator de teatro e televisão, de 57 anos, sofreu um AVC súbito este fim de semana, num episódio dramático que aconteceu logo após subir ao palco, quando nada fazia prever um desfecho tão grave.

O momento foi particularmente inquietante. Na noite de sábado, 20 de dezembro, no Teatro Municipal de Bragança, Joaquim Monchique acabara de terminar a apresentação do espetáculo “Dar Doce Lar”. A plateia aplaudia, o ambiente era de celebração — mas, nos bastidores, tudo mudou num instante. O ator começou a sentir um mal-estar intenso e inesperado, obrigando à intervenção imediata das equipas de emergência. Foi transportado de urgência para o hospital, onde os médicos confirmaram o pior cenário: um acidente vascular cerebral.
A gravidade da situação tornou-se ainda mais evidente com a atualização divulgada pela produtora do espetáculo. Num comunicado carregado de preocupação, a Força de Produção revelou que Joaquim Monchique não poderá ter alta nos próximos dias e que as próximas 48 horas são absolutamente decisivas. O ator encontra-se sob vigilância médica apertada, acompanhado de perto por uma equipa especializada, numa fase considerada crítica.
Este episódio ganha contornos ainda mais alarmantes por acontecer apenas um mês depois de Nuno Markl também ter sofrido um AVC, a 20 de novembro, reacendendo o debate e o receio em torno destes episódios súbitos que não escolhem idade nem momento.
Nos bastidores do teatro e nas redes sociais, colegas, amigos e fãs reagiram com incredulidade e angústia, multiplicando mensagens de força, esperança e carinho. A produtora fez questão de agradecer publicamente todo o apoio recebido, mas deixou um pedido claro: respeito absoluto pela privacidade do ator, sublinhando que o silêncio e a tranquilidade são agora aliados fundamentais da sua recuperação.
Joaquim Monchique, habituado a arrancar risos e aplausos, enfrenta agora o papel mais difícil da sua vida, longe dos palcos, num hospital, numa luta silenciosa onde cada hora conta. O país aguarda, em suspenso, por boas notícias.