Membros do Partido Socialista apanhados de surpresa. Bandeira será colocada a meia-haste

🚨💔 LUTO NO PS: morte repentina de José Manuel Mesquita apanha partido de surpresa

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O Partido Socialista está mergulhado em dor após a morte inesperada de José Manuel Mesquita, uma figura respeitada dentro da estrutura partidária. A notícia, avançada pelo próprio PS, caiu como um choque entre militantes, dirigentes e amigos, deixando um ambiente de profunda consternação.

José Manuel Mesquita tinha 62 anos e exercia funções no Conselho de Gestão do partido, depois de um percurso marcado por vários cargos de responsabilidade, incluindo passagens pelo Secretariado Nacional. Ao longo dos anos, construiu uma reputação sólida, sendo visto como um homem discreto, mas influente, sempre próximo das decisões mais relevantes.

A sua partida foi descrita como totalmente inesperada.

Nada fazia prever este desfecho, o que tornou o impacto ainda mais difícil de assimilar. Nas redes sociais, multiplicam-se as mensagens de homenagem, com muitos a recordarem não só o profissional competente, mas também o amigo leal e a pessoa próxima que marcou quem com ele conviveu.

O Partido Socialista já reagiu oficialmente.

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Numa nota de pesar, destacou o contributo de José Manuel Mesquita ao longo de décadas de dedicação ao partido, sublinhando os “relevantes serviços prestados”. Como sinal de respeito, foi anunciada uma medida simbólica: a bandeira do PS será colocada a meia-haste na sede nacional.

A perda também foi sentida ao mais alto nível.

José Manuel Mesquita fazia parte do círculo de confiança de António Costa, que terá ficado profundamente abalado com a notícia. Dentro do partido, fala-se de uma ausência difícil de colmatar, não apenas pelo papel que desempenhava, mas pela forma como o fazia.

Deixa mulher e três filhos.

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Uma família agora confrontada com uma perda repentina e dolorosa, num momento em que todo um partido se junta em solidariedade.

Mais do que um dirigente, partiu alguém que dedicou grande parte da sua vida ao serviço público e à causa política.

E hoje, fica o silêncio… e o reconhecimento de um percurso que não será esquecido.

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