Vera quebra o silêncio e pede desculpa a Dylan em direto: “Seria muito mau da minha parte não o fazer”
A manhã de Natal na TVI ficou marcada por um dos momentos mais tensos — e também mais aguardados — do especial do Dois às 10. Frente às câmaras, Vera decidiu antecipar o reencontro com Dylan e assumiu, sem rodeios, aquilo que muitos esperavam ouvir: um pedido de desculpa claro pelo episódio de agressão que protagonizou dentro da casa.
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Antes mesmo de Dylan se sentar à mesa, Cristina Ferreira foi direta ao assunto e quis saber se as feridas estavam saradas. Vera não hesitou na resposta e mostrou-se consciente do peso do momento:
“Sim, já falámos. Acho que é essencial, jamais seguiria um caminho sem uma palavra de desculpa. Iria ser muito mau da minha parte”, confessou, assumindo que sentiu uma necessidade real e imediata de pedir perdão pelo que aconteceu.
O reencontro ganhou ainda mais intensidade quando foi abordada a indignação pública de Dylan, que se mostrou surpreendido — e magoado — com o apoio que Vera recebeu cá fora apesar do comportamento polémico. Questionada sobre esse carinho do público, a ex-concorrente justificou-o com aquilo que considera ter sido a base da sua postura ao longo do jogo:
“O empoderamento e a união das mulheres”, explicou, sublinhando que essa mensagem acabou por se sobrepor ao erro cometido naquele momento específico.
Visivelmente mais reflexiva, Vera fez ainda questão de contextualizar o episódio, revelando que tudo foi resultado de uma acumulação emocional difícil de gerir. Segundo a própria, o gatilho esteve ligado à defesa da amiga Liliana:
“Foi um guardar de muitas situações ali dentro que magoou muito a minha colega e magoou-me mais a mim”, admitiu, reconhecendo que deixou a emoção falar mais alto.

O frente a frente entre Vera e Dylan decorreu num clima de contenção, mas também de maturidade, marcando um passo importante para o encerramento de um dos episódios mais polémicos da edição. Num dia simbólico como o Natal, a ex-concorrente deixou claro que assumir erros e pedir desculpa era, para si, o único caminho possível.